quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

TARA INVESTIGATIVA MACULA IMAGEM DA PC DE SÃO PAULO




 TÉCNICA AVANÇADA DE REVISTA EM PESSOA DO SEXO FEMININO SEM USO DE MEIOS INTRODUTÓRIOS EM RAZÃO DE CIRCUNSTÂNCIAS DESFAVORÁVEIS 



INSTRUTORES
    Delegado-corregedor  Gustavo Henrique Gonçalves
  Delegado-corregedor  Eduardo Henrique de Carvalho Filho
                        



As cenas aviltantes registradas neste vídeo, se isoladas do contexto e suprimido o áudio, poderiam muito bem induzir o leitor mais desatento a pensar que se trata de fato ocorrido nos grotões de países islâmicos e perpetrado por radicais xiítas. Mas não se engane facilmente. O lamentável episódio ocorreu em terras tupiniquins e mostra como ainda é possível atentar contra a dignidade da pessoa humana, contra as garantias individuais e principalmente, contra as mulheres, com a agravante de serem os algozes representantes do Estado.  A proeza coroada pela mais desavergonhada arbitrariedade e  pela  total ausência de profissionalismo, bom senso e escrúpulos,  não fica nada a desejar para fanáticos e militantes do Taleban em termos de procedimentos. O espetáculo  de deixar pasmo os mais insensíveis foi, provavelmente, engendrado pela ala dos cafajestes da Corregedoria Geral. Muito pior que a própria banda podre da polícia, trata-se de um subdivisão composta por apaniguados e tudo o que não presta ou vai deixar de prestar a qualquer momento.
Uma força-tarefa integrada por mal intencionados foi despachada para flagrar uma mísera e indefesa escrivã supostamente envolvida no crime de concussão. A empreitada poderia, apropriadamente, ser batizada de "Operação Piriquita", posto que, na douta canalhice que se seguiu, obter a materialidade das provas seria um resultado secundário da ação desatrosa. Imorais procuram sempre tirar algum proveito excedente da situação. Se não render um dinheirinho, que renda uma sacanagem. Uma suruba, quem sabe.  Másculos e atléticos, como uma gangue de travestis atrás do trio elétrico, armas em punho, dentes cerrados, adentraram a 25º DP,  em Parelheiros, aos gritos, causando perplexidade e apreensão.  Fuzileiros atrás de chapéuzinho vermelho.  Acuada numa sala, a funcionária  concursada, investigada,  com vida familiar e social saudáveis e tendo amizades no local de trabalho foi tratada com uma criminosa contumaz e perniciosa detida numa batida policial de rotina na boca do lixo. O desrespeito foi minuciosamente premeditado por mentes doentias e levá-lo adiante foi preciso abusar da autoridade de modo leviano como de costume.  Nas sequências revoltantes das imagens, diligentemente, colhidas por um cinegrafista sádico, há provas iniludíveis de que a corja correicional menosprezou,  com dolo e maldosamente, princípios basilares do Direito e das Garantias Individuais e, de quebra, enfiaram a Lei Maria da Penha no rabo. Nunca se sabe, mas, machões que são, podem muito bem estar enfiando outras coisas no rabo. E que, pela disposição e pela tranquilidade observada nos elementos em todo o desdobrar da ação, tomaram gosto pelo "modus operandi".  O titular da delegacia, dr. Renato Luis Engler Pinto   tentou intervir em vão, quedando-se inerte e pusilânime. Àquela altura dos acontecimentos o estrago psicológico já estava feito. O torturador-condutor, logrado êxito no seu intento pervertido, riu discreto, num deboche público e igualmente boçal. Isto deve dar a essa gente libertina, equivocadamente, a grata satisfação de cumprimento do dever legal.  As mulheres da  família desta criatura devem sentir muito orgulho pelo que faz.
Tivesse o azar da infeliz escrivã sido encurralada em local ermo, algemada, coagida, apavorada e, melhor, longe de testemunhas oculares, teria sido, certamente, seviciada por uma equipe inteira de "íntegros", "insuspeitos" e " digníssimos" policiais civis e, por fim,  ameaçada a calar-se em perpétuo silêncio.
Ilustríssimas figuras e outros vilões são capazes de todo tipo de deslealdade, até mesmo atirar pelas costas de qualquer desafeto dentro da delegacia, se necessário.
Não seria dificil acreditar que, quando jovens rapazes, gostassem de arrancar calcinhas coercitivamente de moças impúberes e aterrorizadas. A prática torpe os acompanhou no campus da universidade em festas regadas a muito álcool e vícios diversos e, descobriram que uma vez como membros da polícia, isto seria  mais fácil do que imaginavam.
Se a moda pega por aí,  basta uma atendente de lanchonete, suspeita de estar subtraindo sobras de hambúrguers para que se veja cercada por brutamontes da segurança e pronto. O desfecho é conhecido: "tire tudo e transe conosco, porque se levada à delegacia é estupro na certa. "


                                                13   MINUTOS


Duzentos reais é uma ínfima quantia se comparada ao montante amealhado pelos figurões da polícia civil. O esquema de repasse de generosas propinas e vantagens adicionais montado em escala piramidal, este, nenhum corregedorzinho desfaz, desbarata, descortina, grampeia,  põe a nu. Entre década, saia década. O núcleo  ladravaz ou oportunista da polícia continua em plena atividade. Blindados e impertubáveis,  já  imputaram ao bando a pecha de patéticos da Corregedoria.

Policiais honestos, podem se matar de trabalhar e honrar o distintivo inutilmente, porque apenas treze minutos de palhaçada foi o suficiente reduzir toda a polícia ao pó novamente.
 
Em tempo:  a gravação, possivelmente, foi utilizada para sessões de masturbação entre eles.



                                         PERSONAGENS SECUNDÁRIOS

                                                   Delegado-corregedor: Renzo Santi Barbin
                        Cinegrafista e sonoplasta: Daniel de Rezende Baldi 
                            "Chefe-corregedor" - Emílio Antônio Paschoal

Promotor de Justiça  Everton Zanella foi ouvido no inquérito que investigou os policiais e disse que a retirada da roupa foi uma consequência do transcorrer da operação. Este anuiu com a barbárie. Deve ser da mesma laia daquele promotor que executou a noiva prenhe.




A VÍTIMA


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